O Hotel do Ibirapuera lança a nova carta de "Grandes Vinhos Mercure". Ao mesmo tempo, a carta é lançada nos outros doze hotéis da rede francesa Mercure no Brasil. Foram privilegiados os vinhos nacionais e safras selecionadas de países como Austrália, África do Sul, Argentina, Uruguai, Chile, além da região da Califórnia. Procurou-se colocar variedades de uva tanto brancas quanto tintas e, ainda, disponibilizar vinhos sempre com custo benefício interessante – os chamados best-buys. Um dos destaques é a boa variedade de meias garrafas (como o Montes Alpha Cabernet Sauvignon, importado, e os ótimos nacionais Don Laurindo Tannat e Terra Nova Shiraz) para atender principalmente aos executivos que se hospedam sozinhos e freqüentam os restaurante Pateo e Tramonto. Na mesma linha, há muitos vinhos servidos no copo (Villa Montes Cabernet Sauvignon Blanc e nacionais como o Miolo e a Casa Valduga). O chef Luigi Tartari, do restaurante Tramonto, no Mercure Grand Hotel, destaca que a carta tem ofertas variadas para se harmonizar com praticamente todos os cardápios de qualquer restaurante da rede, como os diversos pratos recém-lançados no cardápio de Inverno do Tramonto.
Mercure Grand Hotel Ibirapuera
Rua Joinville, 515
(11) 5088-4000
sexta-feira, julho 30, 2004
quinta-feira, julho 29, 2004
Vinhos Premiados a Preço de Importadora
Esplanada Grill, que tem duas filiais (Cerqueira César e Morumbi Shopping), agora oferece aos clientes bons vinhos por preços baixos. A promoção, válida até o final do inverno, tornou-se viável graças a uma parceria com a importadora Wine Company, uma das fornecedoras de bebidas à casa. O branco que faz parte da promoção é o chileno Agustinos Estate Chardonnay, da região de Casablanca, que recebeu quatro estrelas no "Guia de Vinhos do Chile" 2003/2004. A garrafa pode ser consumida no Esplanada Grill por R$35,17. Entre os tintos, está o uruguaio Marichal Reserve Collection Tannat, da região de Canelones, por R$54,90. Ele figura entre os "100 Melhores Vinhos" segundo avaliação da "Gazeta Mercantil". Há também dois argentinos da região de Mendonza na promoção: High Altitude Malbec-Cabernet (R$34,95) e Escorihuela Gascón Syrah (R$57,90). Os vinhos têm, respectivamente, 89 e 88 pontos na "Wine Spectator". Outras opções ao preço da importadora são o chileno Augustinos Reserve Cabernet Sauvignon (R$57,90), que recebeu 89,5 pontos da revista "Go Where", e o português Fontanário de Pegões (R$69), que foi medalha de prata no Wine International Challenge 2003, em Paris, e recebeu 87 pontos em avaliação de "O Estado de S. Paulo". A carta de vinhos do Esplanada Grill tem mais de 100 opções de qualidade e é renovada constantemente pelo sommelier Everaldo Santos, na casa desde 2003.
Esplanada Grill
Rua Haddock Lobo, 1.682
(11) 3081-3199
Esplanada Grill
Rua Haddock Lobo, 1.682
(11) 3081-3199
quarta-feira, julho 28, 2004
Doce evento . . .
A quarta edição da Vinoble, realizada no fim de maio na cidade andaluz de Jerez de la Frontera, reafirmou o prestígio internacional da grande feira internacional de vinhos generosos e licorosos. No gênero, é seguramente a mais importante do mundo. Neste ano, foram apresentados ali brancos e tintos de diferentes continentes. Não faltaram o soberbo Tokaj e o imprescindível Château d'Yquem, cujo presidente de honra, o conde Lur Saluces, comandou a primeira degustação vertical e oficial de sua jóia fora do país de origem; ainda estiveram presentes, entre outros, o incomparável Porto e o dulcíssimo Pedro Ximénez, feito na região do evento e protagonista, com diferentes tipos de jerez, de provocantes provas de compatibilização com a comida. Também compareceram à feira vinhos de sobremesa de países inesperados, como o Japão. Uma das grandes atrações foi o Laboratório do Gosto. Promoveu experiências interessantíssimas, entre as quais a harmonização do carpaccio com brancos jovens botritizados. A Vinoble congrega os profissionais do vinho em geral e acontece a cada dois anos, sempre em Jerez de la Frontera.
terça-feira, julho 27, 2004
Vinos do casamento real ... Espanha
Os vinhos procediam de diferentes regiões produtoras. O branco Albariño 2003 (D.O Rias Baixas) foi escolhido numa degustação às cegas de produtos de diferentes vinícolas locais e engarrafado com um rótulo especial em homenagem ao casamento real. O mesmo ocorreu com o tinto Gran Reserva (safras 1994 e 1995), da bodega C.U.N.E., da Rioja. Da seleção em que saiu vencedor o cava Codorniú, etiquetado especialmente para a ocasião, participaram 86 bodegas. Bebeu-se à vontade. Foram servidas quarenta caixas de cava rosado, no aperitivo, e 167 caixas de cava branco, no brinde dos noivos e junto com a sobremesa. No jantar de gala, na véspera, o doce foi escoltado pelo MR, versão jovem, do vinho Molino Real, de Telmo Rodríguez. Compreensivelmente, todas as vinícolas aspiravam ver seus tintos e brancos servidos no banquete real.
Os vinhos da bodega C.U.N.E. e de Telmo Rodríguez podem ser encontrados aqui no Brasil na importadora Mistral.
Os vinhos da bodega C.U.N.E. e de Telmo Rodríguez podem ser encontrados aqui no Brasil na importadora Mistral.
segunda-feira, julho 26, 2004
4 uvas como inspiração . . .
Quatro variedades de uvas são o mote de inspiração para uma série de jantares acompanhados de degustação, comandados pela chef Renata Braune, no Chef Rouge. A uva Chardonnay inaugura o evento, em 27 de julho, inspirando pratos como o risotto de cavaquinha e aspargos. Dia 10 de agosto é a vez da Cabernet Sauvignon; no dia 24 do mesmo mês, quem rege o espetáculo é a Sauvignon Blanc e o menu começa com bolinhos de siri com chutney de maçãs e gengibre. O encerramento, em 1 de setembro, fica por conta da Syrah.
Le Chef Rouge
Rua Bela Cintra, 2238,
Tel.: (11) 3081-7539
Le Chef Rouge
Rua Bela Cintra, 2238,
Tel.: (11) 3081-7539
sexta-feira, julho 23, 2004
Pensamento do dia do mundo do vinho & Bom Final de Semana !
"Bebe água aquele que não tem vinho"
Jacobi da Todi
Jacobi da Todi
quinta-feira, julho 22, 2004
Enogastronomia no São Gotardo
Hotel São Gotardo tem evento enogastronômico e degustação da Espanha em julho
IMPORTANTE: Sócios da ABS-SP e das regionais do interior de São Paulo (Campinas, São Carlos, Sorocaba e São José dos Campos) terão desconto de 10% no preço das diárias e poderão levar seus vinhos para toda a programação, sem cobrança de taxa de serviço do vinho. A condição de sócio da ABS-SP e das regionais deverá ser informada na hora da reserva.
Enogastronomia com a chef Alessandra Divani e Arthur P. Azevedo (ABS-SP), com especialidades baseadas em chocolate – Palestra e degustação de vinhos espanhóis da First Food complementa o evento.
Nos dias 23, 24 e 25 de julho, a chef Alessandra Divani vai preparar maravilhas com a guloseima, que será servida em todas as refeições. Para o chá da tarde, Pane al Cioccolato, Bolo de Chocolate Cremoso, Cookies com gotas de chocolate, Torta de Chocolate Gianduia, Muffin de Chocolate Branco. Os pratos salgados incluirão Risotto ao perfume de limão Siciliano e Cacau, Truta Defumada ao Molho Suave de Chocolate e Cesta de Alho Porro, Ravioli de Cacau com Galinha D´angola e Passas na Manteiga com Avelã e Javali ao Molho de Chocolate. Para a sobremesa, Delice ao Chocolat (imperdível creme de chocolate que derrete na boca) com bananas carameladas e base de daquoise, Profiteroles com calda de chocolate, Bolo trufado de chocolate, Terrine de chocolate e Fondue de chocolate. A harmonização dos pratos com os vinhos da Carta de Vinhos do São Gotardo, que estará com preços especiais para o evento, estará a cargo do consultor de vinhos do São Gotardo, Arthur P. Azevedo, diretor-executivo da ABS-SP.
Haverá também, no dia 24, uma palestra sobre a Espanha e degustação de vinhos espanhóis, conduzida por Arthur e com o patrocínio da First Food, importadora de vinhos especializada em vinhos da Espanha.
Serviço:
Diárias a partir de R$ 410,00. O Hotel São Gotardo fica na Rodovia BR 354 km 0 (divisa de Itatiaia-RJ/Itamonte-MG), no topo da Serra da Mantiqueira, a 26 km da Dutra, saída 330 (Engenheiro Passos), sentido Caxambu/São Lourenço. Crianças acima de 12 anos. Telefone para reservas: (35) 3363-9000.
São 32 apartamentos, todos com vista panorâmica e aquecedor: duas suítes master (sky, frigobar, lareira, hidromassagem e deck); duas suítes (sky, frigobar banheira e lareira); 17 aptos luxo (sky, frigobar, e banheira); e 11 padrão (sky, frigobar e chuveiro).
Conheça o Hotel São Gotardo pela internet: www.hotelsaogotardo.com.br
IMPORTANTE: Sócios da ABS-SP e das regionais do interior de São Paulo (Campinas, São Carlos, Sorocaba e São José dos Campos) terão desconto de 10% no preço das diárias e poderão levar seus vinhos para toda a programação, sem cobrança de taxa de serviço do vinho. A condição de sócio da ABS-SP e das regionais deverá ser informada na hora da reserva.
Enogastronomia com a chef Alessandra Divani e Arthur P. Azevedo (ABS-SP), com especialidades baseadas em chocolate – Palestra e degustação de vinhos espanhóis da First Food complementa o evento.
Nos dias 23, 24 e 25 de julho, a chef Alessandra Divani vai preparar maravilhas com a guloseima, que será servida em todas as refeições. Para o chá da tarde, Pane al Cioccolato, Bolo de Chocolate Cremoso, Cookies com gotas de chocolate, Torta de Chocolate Gianduia, Muffin de Chocolate Branco. Os pratos salgados incluirão Risotto ao perfume de limão Siciliano e Cacau, Truta Defumada ao Molho Suave de Chocolate e Cesta de Alho Porro, Ravioli de Cacau com Galinha D´angola e Passas na Manteiga com Avelã e Javali ao Molho de Chocolate. Para a sobremesa, Delice ao Chocolat (imperdível creme de chocolate que derrete na boca) com bananas carameladas e base de daquoise, Profiteroles com calda de chocolate, Bolo trufado de chocolate, Terrine de chocolate e Fondue de chocolate. A harmonização dos pratos com os vinhos da Carta de Vinhos do São Gotardo, que estará com preços especiais para o evento, estará a cargo do consultor de vinhos do São Gotardo, Arthur P. Azevedo, diretor-executivo da ABS-SP.
Haverá também, no dia 24, uma palestra sobre a Espanha e degustação de vinhos espanhóis, conduzida por Arthur e com o patrocínio da First Food, importadora de vinhos especializada em vinhos da Espanha.
Serviço:
Diárias a partir de R$ 410,00. O Hotel São Gotardo fica na Rodovia BR 354 km 0 (divisa de Itatiaia-RJ/Itamonte-MG), no topo da Serra da Mantiqueira, a 26 km da Dutra, saída 330 (Engenheiro Passos), sentido Caxambu/São Lourenço. Crianças acima de 12 anos. Telefone para reservas: (35) 3363-9000.
São 32 apartamentos, todos com vista panorâmica e aquecedor: duas suítes master (sky, frigobar, lareira, hidromassagem e deck); duas suítes (sky, frigobar banheira e lareira); 17 aptos luxo (sky, frigobar, e banheira); e 11 padrão (sky, frigobar e chuveiro).
Conheça o Hotel São Gotardo pela internet: www.hotelsaogotardo.com.br
quarta-feira, julho 21, 2004
Vinho nacional segue conquistando mercado no exterior
A evolução dos vinhos nacionais continua e é cada vez mais reconhecida por especialistas e consumidores, tanto no Brasil como no exterior. A Casa Valduga, vinícola que a cada dia amplia a presença dos seus vinhos no competitivo mercado internacional, comemora suas recentes conquistas nesse campo: além das medalhas que premiaram seus vinhos em concursos na Argentina e em Portugal , a vinícola realiza sua primeira exportação para Luxemburgo. Após o recente envio do quinto lote de vinhos para a República Tcheca, a vinícola embarcou para Luxemburgo 2000 garrafas de Merlot Premium, Chardonnay Premium e Cabernet Sauvignon Seculum.Medalhas na Argentina e em Portugal. Três vinhos da Casa Valduga receberam medalhas no concurso Vinus 2004, realizado no último mês de junho em Mendonza, Argentina. O Espumante Moscatel 2003 premiado Medalha de Bronze na categoria "Vinos de Calidad"; o Tannat Premium 2000 e o Cabernet Sauvignon Premium 1999 receberam Medalhas de Prata na categoria "Vinos de Conocedor Superior". Participaram do concurso 36 países com 443 vinhos inscritos, sendo que o Brasil foi o segundo país que mais enviou amostras.Em Portugal, no Concurso Internacional de Vinhos Cidade do Porto, a Casa Valduga teve premiados seu Espumante Moscatel 2003 e seu Merlot Premium 1999, ambos com Medalhas de Prata. Entre os participantes não europeus, o Brasil foi o país que mais enviou amostras para o concurso. Realizado de 28 de junho a 1o de julho, o concurso contou com 30 degustadores de reconhecido valor internacional, provenientes dos cinco continentes. O Concurso de Vinhos Cidade do Porto teve a chancela da Office Internacional de la Vigne et du Vin (OIV), entidade "reguladora" da vitivinicultura mundial. Há quatro gerações produzindo vinhos de qualidade, a Casa Valduga está localizada ao Vale dos Vinhedos, Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul. Informações através do tel (54) 453.3122 ou no site www.casavalduga.com.br.
terça-feira, julho 20, 2004
Mudanças no Château D'Yquem
Pierre Lurton, gerente do Château Cheval Blanc, de propriedade de Albert Frères e Bernard Arnault, presidente da LVMH (Moët Hennessy – Louis Vuitton), foi apontado por Arnault para ser o presidente do Château d’Yquem, adquirido em 1999 por essa empresa dedicada a comercializar produtos de luxo. Alexandre de Lur-Saluces, cuja família tinha sido proprietária do único premier grand cru classé de Bordeaux durante gerações, esteve à frente dessa legendária propriedade de Sauternes, mas agora foi forçado a sair pela redução da idade compulsória de aposentadoria.
Fonte : Winexperts
Fonte : Winexperts
segunda-feira, julho 19, 2004
Barricas de carvalho
Barricas de madeira nas quais o vinho estagia antes de ser engarrafado são recipientes com volumes variáveis, desde 250 l até 650 l, aproximadamente.Podem ser feitos de qualquer madeira, mas a mais usada e adequada é o carvalho. Há o carvalho francês (allier e limousin) e também o carvalho americano. O primeiro marca o vinho de forma mais elegante; o segundo marca com mais força, com muitos sabores a baunilha principalmente.As barricas, pela porosidade da madeira, permitem uma maior oxidação do vinho, oxidação saudável, ressalte-se. Com isso o vinho evolui e arredonda mais depressa do que se fosse imediatamente engarrafado. Quanto mais estruturado e mais concentrado o vinho, mais ele suporta e interage melhor com a madeira das barricas. Vinhos leves e a meio corpo não suportam barricas novas, ficam totalmente transformados, perdem fruta etc, salvo se a exposição for muito, muito curta.As barricas podem ser usadas novas ou velhas (anteriormente usadas para vinho). As já usadas marcam menos o vinho do que as novas, que são mais agressivas e somente vão bem para vinhos muito estruturados e concentrados.As barricas também conferem aos vinhos alguns sabores e aromas: torrefação, baunilha, esfumaçado. Conferem, especialmente as novas, também taninos. Também dão cor ao vinho ( os tintos ficam mais escuros e violáceos; os brancos mais escuros e dourados).Muitos sabores amadeirados são conferidos aos vinhos sem ser através do uso de barricas, mas despejando aparas de madeira nos grandes tanques de aço inoxidável em que o vinho fica armazenado. Esse método é usado especialmente nos vinhos mais leves e menos robustos, que não aguentariam a exposição nas barricas, e assim ganham sabores amadeirados (que já estiveram mais na moda do que estão hoje) pela infusão, sem sofrerem a oxidação das barricas.
sexta-feira, julho 16, 2004
Pensamento do dia do mundo do vinho & Bom Final de Semana !
"O vinho é o mais notável de todos os remédios; onde falta o vinho, os remédios se fazem necessários".
Livro do Talmud
Livro do Talmud
quinta-feira, julho 15, 2004
Wine and Cheese . . .
Muito interessante a matéria da revista Go Where SP ... veja no link abaixo ...
http://gowheresp.terra.com.br/47/gastronomia-03/materias/wine.htm
http://gowheresp.terra.com.br/47/gastronomia-03/materias/wine.htm
quarta-feira, julho 14, 2004
A adega do Queen Mary 2
Michael Broadbent MW, diretor da Christie’s e consultor senior do departamento internacional dessa casa de leilões, foi escolhido para conselheiro de vinhos finos do transatlântico Queen Mary 2, o maior, mais longo, mais alto, mais largo e mais caro navio já construído. Seu trabalho é fazer com que a lista de vinhos tenha essa mesma estatura. O navio leva cerca de 50 mil caixas, com vinhos das principais regiões mundiais. O Queen Mary 2 também possui o único bar de Champagne embarcado, exclusivo da Veuve Clicquot Ponsardin.
Fonte : Winexperts
Fonte : Winexperts
terça-feira, julho 13, 2004
Pensamento do dia do mundo do vinho !
"O vinho lava nossas inquietações, enxuga a alma até o fundo, e , entre outras coisas, garante a cura da tristeza."
Sêneca
Sêneca
segunda-feira, julho 12, 2004
Merlot ou Carmenère ?
Uma lenda do vinho chileno apela à honestidade dos seus compatriotas. É que os produtores andinos continuam a vender Carmenère como Merlot e Sauvignonasse como Sauvignon Blanc.
Ignacio Recabarren espantou o mundo do vinho em 1986 quando arrebatou o concurso “Gault Millau World Olympics”, em Paris, com um Cabernet Sauvignon oriundo dos Andes. Nos últimos 10 anos reforçou a fama de melhor enólogo chileno assistindo inúmeras adegas do seu país e demonstrando sempre o que ele próprio designa como a sua obsessão: prioridade à vinha e ao material genético.
Pois bem, esta figura de proa da evolução do vinho chileno na arena internacional, despiu-se de preconceitos nacionalistas e voltou a surpreender apelando à honestidade dos seus compatriotas na rotulagem de varietais. “Não podemos continuar a vender Carmenère como se fosse Merlot e Sauvignonasse como se fosse Sauvignon Blanc”, afirma o enólogo que a Wine Magazine considerou recentemente uma “lenda viva” do seu país.
Recabarren, que supervisiona atualmente a produção de alguns rótulos da Concha Y Toro, garante que esta adega está já a trabalhar numa abordagem mais clara e honesta da rotulagem das variedades que produz. Mas nem todos o fazem. “É preciso desenvolver e concentrar a atenção na vinha. Temos por aí muitas adegas de alta tecnologia, mas são poucas as que desenvolvem o conceito de terroir e dão prioridade aos clones, garfos e enxertos...”
Um recado que muitos produtores chilenos preferem ignorar por motivos comerciais. “O mundo espera que um Merlot chileno saiba a Carmenère”, atira sem rebuço outro produtor. Exemplo máximo da confusão e da ausência de rigor a este nível, para não lhe chamar pior, as últimas estatísticas oficiais chilenas referem o cultivo de 5.400 hectares de Carmenère e 12.800 hectares da bordalesa Merlot. Mas os principais viticultores chilenos garantem à boca cheia que a Carmenère representa mais de 60% do total.
A mistificação é extensiva aos brancos. Não há adega chilena que não inclua no seu portfolio um Sauvignon Blanc, outra bordalesa pouco fértil, quando boa parte desses vinhos são elaborados à base de Sauvignonasse. É uma variedade aparentada mas com bagos maiores e muito mais produtiva que o Sauvignon. Na França não é classificada, nem sequer se encontra material certificado dessa variedade. A Sauvignonasse dá um vinho vulgar, desprovido do aroma característico do Sauvignon.
Ignacio Recabarren espantou o mundo do vinho em 1986 quando arrebatou o concurso “Gault Millau World Olympics”, em Paris, com um Cabernet Sauvignon oriundo dos Andes. Nos últimos 10 anos reforçou a fama de melhor enólogo chileno assistindo inúmeras adegas do seu país e demonstrando sempre o que ele próprio designa como a sua obsessão: prioridade à vinha e ao material genético.
Pois bem, esta figura de proa da evolução do vinho chileno na arena internacional, despiu-se de preconceitos nacionalistas e voltou a surpreender apelando à honestidade dos seus compatriotas na rotulagem de varietais. “Não podemos continuar a vender Carmenère como se fosse Merlot e Sauvignonasse como se fosse Sauvignon Blanc”, afirma o enólogo que a Wine Magazine considerou recentemente uma “lenda viva” do seu país.
Recabarren, que supervisiona atualmente a produção de alguns rótulos da Concha Y Toro, garante que esta adega está já a trabalhar numa abordagem mais clara e honesta da rotulagem das variedades que produz. Mas nem todos o fazem. “É preciso desenvolver e concentrar a atenção na vinha. Temos por aí muitas adegas de alta tecnologia, mas são poucas as que desenvolvem o conceito de terroir e dão prioridade aos clones, garfos e enxertos...”
Um recado que muitos produtores chilenos preferem ignorar por motivos comerciais. “O mundo espera que um Merlot chileno saiba a Carmenère”, atira sem rebuço outro produtor. Exemplo máximo da confusão e da ausência de rigor a este nível, para não lhe chamar pior, as últimas estatísticas oficiais chilenas referem o cultivo de 5.400 hectares de Carmenère e 12.800 hectares da bordalesa Merlot. Mas os principais viticultores chilenos garantem à boca cheia que a Carmenère representa mais de 60% do total.
A mistificação é extensiva aos brancos. Não há adega chilena que não inclua no seu portfolio um Sauvignon Blanc, outra bordalesa pouco fértil, quando boa parte desses vinhos são elaborados à base de Sauvignonasse. É uma variedade aparentada mas com bagos maiores e muito mais produtiva que o Sauvignon. Na França não é classificada, nem sequer se encontra material certificado dessa variedade. A Sauvignonasse dá um vinho vulgar, desprovido do aroma característico do Sauvignon.
quinta-feira, julho 08, 2004
Pensamento do dia do mundo do vinho & Bom Feriado !
"O bom vinho é criatura jovial, se bem usada."
Otelo, II-3
Otelo, II-3
quarta-feira, julho 07, 2004
O vinho poderia reduzir os riscos de câncer de ovários
O vinho poderia reduzir os riscos de câncer de ovários
As mulheres que bebem 2 taças de vinho por dia reduzem consideravelmente o risco de contrair câncer de ovários, afirmaram na semana passada cientistas australianos que realizaram uma pesquisa a esse respeito.
A pesquisa, realizada com um conjunto de 1500 mulheres, foi realizada no Instituto de Investigações Médicas de Queensland (Austrália) e demonstrou que o consumo moderado reduz levemente o risco de câncer de ovários.
Penny Webb, uma das cientistas que participou da investigação, indicou que o consumo de aproximadamente 2 taças de vinho por dia parece reduzir o risco de câncer de ovários à metade em relação às mulheres que não consomem. Além disso, o vinho tinto parece ter um efeito mais positivo que o vinho branco.
Segundo a pesquisa, publicada no número de abril da revista especializada Cancer Epidemiology Biomarkers and Prevention, os efeitos sobre os hormônios femininos poderiam explicar estes resultados. Os antioxidantes contidos no vinho poderiam ser também um fator, segundo a cientista Webb.
As mulheres que bebem 2 taças de vinho por dia reduzem consideravelmente o risco de contrair câncer de ovários, afirmaram na semana passada cientistas australianos que realizaram uma pesquisa a esse respeito.
A pesquisa, realizada com um conjunto de 1500 mulheres, foi realizada no Instituto de Investigações Médicas de Queensland (Austrália) e demonstrou que o consumo moderado reduz levemente o risco de câncer de ovários.
Penny Webb, uma das cientistas que participou da investigação, indicou que o consumo de aproximadamente 2 taças de vinho por dia parece reduzir o risco de câncer de ovários à metade em relação às mulheres que não consomem. Além disso, o vinho tinto parece ter um efeito mais positivo que o vinho branco.
Segundo a pesquisa, publicada no número de abril da revista especializada Cancer Epidemiology Biomarkers and Prevention, os efeitos sobre os hormônios femininos poderiam explicar estes resultados. Os antioxidantes contidos no vinho poderiam ser também um fator, segundo a cientista Webb.
terça-feira, julho 06, 2004
Novo vinho brasileiro ... Rio Sol
Rio Sol
“Um vinho brasileiro tinto respeitável e deliberadamente moderno”
Jancis Robinson, MW, crítica internacional de vinhos
Características:
“...é um vinho de cor rubi, com aroma de frutas vermelhas, muito redondo na boca e realmente surpreendente tem aroma frutado, bastante agradável e boa presença em boca. Boa relação custo-benefício,vinho de cor violácea escura, com bom ataque aromático, lembrando frutos ultramaduros.... Pronto para beber. Custo benefício muito bom.”
A História
O Adega do Vale é a concretização de um sonho. Ele nasce de uma parceria entre três empresas, que unem tradição e tecnologia à paixão pelo vinho para produzir um grande vinho no Brasil.
O Vinho Rio Sol
Intenso e balanceado, o Rio Sol combina a maciez da uva Syrah, com a estrutura da Cabernet Sauvignon em um vinho redondo na boca. Neste assemblage encontramos um vinho que tem no equilíbrio entre seu corpo e sua maciez seu grande trunfo.
O Rio Sol é um vinho de exportação, um vinho moderno com boa intensidade, aromas de frutas vermelhas e notas de especiarias doces. Na boca é redondo, fresco e com taninos delicados. Um vinho equilibrado e bastante agradável ao final.
Ficha Técnica
Assemblage: 50% Cabernet Sauvignon e 50% Syrah
Teor Alcoólico: 12,5% vol.
Safra: 2003
Cor: Vermelho rubi brilhante
Aroma: Frutas vermelhas, como amora e ameixa preta
Boca: Redondo, fresco e com taninos delicados
Harmonização: Carnes vermelhas e massas com molhos ricos
Custo
R$24,80
Expand
(11) 4613-3300
www.expand.com.br
“Um vinho brasileiro tinto respeitável e deliberadamente moderno”
Jancis Robinson, MW, crítica internacional de vinhos
Características:
“...é um vinho de cor rubi, com aroma de frutas vermelhas, muito redondo na boca e realmente surpreendente tem aroma frutado, bastante agradável e boa presença em boca. Boa relação custo-benefício,vinho de cor violácea escura, com bom ataque aromático, lembrando frutos ultramaduros.... Pronto para beber. Custo benefício muito bom.”
A História
O Adega do Vale é a concretização de um sonho. Ele nasce de uma parceria entre três empresas, que unem tradição e tecnologia à paixão pelo vinho para produzir um grande vinho no Brasil.
O Vinho Rio Sol
Intenso e balanceado, o Rio Sol combina a maciez da uva Syrah, com a estrutura da Cabernet Sauvignon em um vinho redondo na boca. Neste assemblage encontramos um vinho que tem no equilíbrio entre seu corpo e sua maciez seu grande trunfo.
O Rio Sol é um vinho de exportação, um vinho moderno com boa intensidade, aromas de frutas vermelhas e notas de especiarias doces. Na boca é redondo, fresco e com taninos delicados. Um vinho equilibrado e bastante agradável ao final.
Ficha Técnica
Assemblage: 50% Cabernet Sauvignon e 50% Syrah
Teor Alcoólico: 12,5% vol.
Safra: 2003
Cor: Vermelho rubi brilhante
Aroma: Frutas vermelhas, como amora e ameixa preta
Boca: Redondo, fresco e com taninos delicados
Harmonização: Carnes vermelhas e massas com molhos ricos
Custo
R$24,80
Expand
(11) 4613-3300
www.expand.com.br
segunda-feira, julho 05, 2004
Música & Vinho ... Canção das Vindimas
Canção das Vindimas
Cachos de uvas tão doiradas,
São encanto e são beleza,
Quando, ao sol das madrugadas,
Rebrilham pelas ramadas
Desta aldeia Portuguesa!
Andam, em bandos, na vinha
Tão lindas vindimadeiras,
Que a gente logo adivinha
Cachos de uvas tão doiradas,
São encanto e são beleza,
Quando, ao sol das madrugadas,
Rebrilham pelas ramadas
Desta aldeia Portuguesa!
Andam, em bandos, na vinha
Tão lindas vindimadeiras,
Que a gente logo adivinha
sexta-feira, julho 02, 2004
Pensamento do dia do mundo do vinho & Bom Final de Semana !
"Se Deus tivesse proibido o vinho, por que o teria feito tão gostoso?"
Richelieu
Richelieu
quinta-feira, julho 01, 2004
Duelo Ibérico: o melhor de Portugal versus Espanha
Duelo Ibérico: o melhor de Portugal versus Espanha
Foi um duelo de grandes proporções entre os 15 melhores vinhos de Portugal contra os 15 melhores vinhos da Espanha. Os degustadores eram os maiores especialistas de ambos os países, reunidos em Lisboa e Madrid pelo crítico espanhol José Peñin e pela portuguesa Revista de Vinhos. O primeiro round aconteceu em Lisboa. Dois vinhos da Mistral obtiveram o primeiro lugar, com 19 pontos (escala da Revista de Vinhos): Quinta do Monte d'Oiro Homenagem 1999 e Alión Reserva 1999. Em segundo lugar, com 18,5 pontos: Batuta 2000, Luis Pato Vinha Barrosa 2001, Marquês de Borba Reserva 2000, Mauro Vendimia Seleccionada 1998, Quinta do Vale Meão 2000 e Artadi Viña El Pison 1999. Em terceiro, com 18 pontos, Viñas del Vero Blecua 1998, Chryseia 2000, Clos Mogador 2000, Finca Dofí 1999, Quinta de Pancas Premium 1999 e Tapada de Coelheiros Garrafeira 1999.
O grande desempate foi em Madrid. O vencedor do duelo, no primeiro lugar isolado, com 93 pontos (escala de Peñin), foi o Monte d'Oiro Homenagem Antônio Carqueijeiro 1999, que aliás tem colecionado inúmeros outros prêmios em Portugal e afora. Realmente não é um feito pequeno bater os maiores nomes de Portugal e Espanha em duas provas às cegas!
Fonte : Mistral
Foi um duelo de grandes proporções entre os 15 melhores vinhos de Portugal contra os 15 melhores vinhos da Espanha. Os degustadores eram os maiores especialistas de ambos os países, reunidos em Lisboa e Madrid pelo crítico espanhol José Peñin e pela portuguesa Revista de Vinhos. O primeiro round aconteceu em Lisboa. Dois vinhos da Mistral obtiveram o primeiro lugar, com 19 pontos (escala da Revista de Vinhos): Quinta do Monte d'Oiro Homenagem 1999 e Alión Reserva 1999. Em segundo lugar, com 18,5 pontos: Batuta 2000, Luis Pato Vinha Barrosa 2001, Marquês de Borba Reserva 2000, Mauro Vendimia Seleccionada 1998, Quinta do Vale Meão 2000 e Artadi Viña El Pison 1999. Em terceiro, com 18 pontos, Viñas del Vero Blecua 1998, Chryseia 2000, Clos Mogador 2000, Finca Dofí 1999, Quinta de Pancas Premium 1999 e Tapada de Coelheiros Garrafeira 1999.
O grande desempate foi em Madrid. O vencedor do duelo, no primeiro lugar isolado, com 93 pontos (escala de Peñin), foi o Monte d'Oiro Homenagem Antônio Carqueijeiro 1999, que aliás tem colecionado inúmeros outros prêmios em Portugal e afora. Realmente não é um feito pequeno bater os maiores nomes de Portugal e Espanha em duas provas às cegas!
Fonte : Mistral
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