quarta-feira, março 09, 2005
domingo, fevereiro 20, 2005
Entrevista do enólogo americano Paul Hobbs na Gula ...
Muito interessante ...
http://www2.uol.com.br/gula/entrevista/index.shtml
Os vinhos de Paul Hobbs são importados no Brasil pela Grand Cru :
http://www.grandcru.com.br/
http://www2.uol.com.br/gula/entrevista/index.shtml
Os vinhos de Paul Hobbs são importados no Brasil pela Grand Cru :
http://www.grandcru.com.br/
quinta-feira, fevereiro 17, 2005
Vinícola Morandé
A Vinícola Morandé apostou em ações promocionais para consolidar sua marca neste verão. Por meio da campanha “Clube das Praias”, em diversas regiões do País, promotores caracterizados servem vinho aos banhistas em minitaças descartáveis. Além disso, foi feita uma parceria com restaurantes e bares do litoral que oferecem a bebida para seus clientes degustarem.
domingo, fevereiro 13, 2005
Os vinhos de Sidways ...
Confira os rótulos degustados ou apenas citados durante o filme. A seleção dos vinhos seguiu o critério pessoal do diretor Alexander Payne, que escolheu as marcas que mais aprecia beber.
Para quem não assistiu ao filme ainda, eu recomendo fortemente . . . principalmente enófilos de carteirinha ;-)
Cheers !
: : baCOelho : :
1961 Cheval-BlancChâteaux Cheval Blanc, Saint-Emillion, Bordeaux, produzido com uva cabernet franc. A garrafa é mencionada várias vezes e finalmente bebido no final do filme num local inusitado (uma lanchonete).
1988 Tenuta San Guido Sassicaia Um supertoscano composto de 85% de cabernet sauvignon e 15% de cabernet franc. Citado por Maya como o vinho que a fez despertar o gosto pela bebida
Richebourg Domaine de la Romanée-Conti Um especialíssimo vinho de Bordeaux.Esta garrafa é apenas mostrada, é o rótulo mais caro da adega de Stephanie1998 Dominique Laurent Pommard Borgonha. Servido durante o jantar no restaurante Los Olivos Caffe;Gaston Huet's VouvrayLoire. Vinho branco produzido com a uva Chenin Blanc. Não é bebido no filme, apenas citado numa discussão de Jack com um Miles embriagado.
1995 Opus One Premiado vinho californiano, do Napa Valley, associação entre dois monstros sagrados do vinicultura: Robert Mondavi e Rothcshild. É o vinho que Miles relembra ter bebido com a ex-mulher num vinhedo de Santa Barbara.
1992 Byron Santa Maria Valley Brut ReserveByron, Santa Bárbara Espumante feito de 100% pinot noir. Primeira garrafa aberta no filme. Jack estoura o espumante, ainda quente, durante a viagem no carro.
2001 Highliner Pinot NoirThe Hitching Post, Santa Bárbara Degustado no balcão do restaurante de mesmo nome.
2002 Andrew Murray SyrahAndrew Murray Vineyards, Santa Bárbara Maya bebe um gole deste vinho na casa de Stephanie e acusa excesso de álcool, que estaria encobrindo a fruta.
2002 Sea Smoke Pinot NoirSea Smoke Cellar, Santa Rita Servido durante o jantar no restaurante Los Olivos Caffe
2001 Kistler Pinot NoirKistler, Sonoma Valley Servido no jantar no restaurante Los Olivos Caffe.
2001 Fiddlehead Sauvignon BlancFiddlehead Cellars, Santa Barbara Vinho degustado pela personagem Stephanie.
2002 Melville Vineyards Pinot NoirMelville Vineyards, Santa Bárbara Um dos exemplares degustados por Miles e Jack durante o circuito.
2002 Talley Pinot Noir EstateTalley Vineyards, Santa Bárbara.
2001 Pinot Noir Vin Gris, Pinot Noir e ChardonnaySanford Winery, Santa Bárbara Primeira parada da dupla, onde Miles tenta ensinar o amigo Jack as técnicas de degustação.
Cabernet Franc Kalyra Wines, Santa Bárbara Miles critica o vinho, numa degustação desta adega, onde é servido por Stephanie, que concorda com sua avaliação.
Fonte : Veijinha São Paulo
Para quem não assistiu ao filme ainda, eu recomendo fortemente . . . principalmente enófilos de carteirinha ;-)
Cheers !
: : baCOelho : :
1961 Cheval-BlancChâteaux Cheval Blanc, Saint-Emillion, Bordeaux, produzido com uva cabernet franc. A garrafa é mencionada várias vezes e finalmente bebido no final do filme num local inusitado (uma lanchonete).
1988 Tenuta San Guido Sassicaia Um supertoscano composto de 85% de cabernet sauvignon e 15% de cabernet franc. Citado por Maya como o vinho que a fez despertar o gosto pela bebida
Richebourg Domaine de la Romanée-Conti Um especialíssimo vinho de Bordeaux.Esta garrafa é apenas mostrada, é o rótulo mais caro da adega de Stephanie1998 Dominique Laurent Pommard Borgonha. Servido durante o jantar no restaurante Los Olivos Caffe;Gaston Huet's VouvrayLoire. Vinho branco produzido com a uva Chenin Blanc. Não é bebido no filme, apenas citado numa discussão de Jack com um Miles embriagado.
1995 Opus One Premiado vinho californiano, do Napa Valley, associação entre dois monstros sagrados do vinicultura: Robert Mondavi e Rothcshild. É o vinho que Miles relembra ter bebido com a ex-mulher num vinhedo de Santa Barbara.
1992 Byron Santa Maria Valley Brut ReserveByron, Santa Bárbara Espumante feito de 100% pinot noir. Primeira garrafa aberta no filme. Jack estoura o espumante, ainda quente, durante a viagem no carro.
2001 Highliner Pinot NoirThe Hitching Post, Santa Bárbara Degustado no balcão do restaurante de mesmo nome.
2002 Andrew Murray SyrahAndrew Murray Vineyards, Santa Bárbara Maya bebe um gole deste vinho na casa de Stephanie e acusa excesso de álcool, que estaria encobrindo a fruta.
2002 Sea Smoke Pinot NoirSea Smoke Cellar, Santa Rita Servido durante o jantar no restaurante Los Olivos Caffe
2001 Kistler Pinot NoirKistler, Sonoma Valley Servido no jantar no restaurante Los Olivos Caffe.
2001 Fiddlehead Sauvignon BlancFiddlehead Cellars, Santa Barbara Vinho degustado pela personagem Stephanie.
2002 Melville Vineyards Pinot NoirMelville Vineyards, Santa Bárbara Um dos exemplares degustados por Miles e Jack durante o circuito.
2002 Talley Pinot Noir EstateTalley Vineyards, Santa Bárbara.
2001 Pinot Noir Vin Gris, Pinot Noir e ChardonnaySanford Winery, Santa Bárbara Primeira parada da dupla, onde Miles tenta ensinar o amigo Jack as técnicas de degustação.
Cabernet Franc Kalyra Wines, Santa Bárbara Miles critica o vinho, numa degustação desta adega, onde é servido por Stephanie, que concorda com sua avaliação.
Fonte : Veijinha São Paulo
domingo, janeiro 16, 2005
Começar o ano ... começar a adega ...
Para quem quer começar
O sommelier Gianni Tartari, da importadora Expand, sugere os primeiros rótulos :
• Três rosés de diferentes origens
Da Itália, França e Espanha
• Tintos do Novo Mundo
Da Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Chile, Argentina, Uruguai e Estados Unidos
• Tintos europeus variados
Franceses (Beaujolais, Bourgogne e Bordeaux), italianos (Chiantina Toscana, Brunello di Montalcino e Valpolicella), portugueses (Douro, Dão e Alentejo) e espanhóis (Ribera del Duero, Rioja e Priorato)
• Seis espumantes
Champanhes, proseccos e lambruscos
• Seis brancos de origens diferentes
Do Chile, Argentina, Estados Unidos, França, Itália e Austrália
• Para completar
Os modernos vinhos brasileiros produzidos no Vale do São Francisco
O sommelier Gianni Tartari, da importadora Expand, sugere os primeiros rótulos :
• Três rosés de diferentes origens
Da Itália, França e Espanha
• Tintos do Novo Mundo
Da Austrália, Nova Zelândia, África do Sul, Chile, Argentina, Uruguai e Estados Unidos
• Tintos europeus variados
Franceses (Beaujolais, Bourgogne e Bordeaux), italianos (Chiantina Toscana, Brunello di Montalcino e Valpolicella), portugueses (Douro, Dão e Alentejo) e espanhóis (Ribera del Duero, Rioja e Priorato)
• Seis espumantes
Champanhes, proseccos e lambruscos
• Seis brancos de origens diferentes
Do Chile, Argentina, Estados Unidos, França, Itália e Austrália
• Para completar
Os modernos vinhos brasileiros produzidos no Vale do São Francisco
terça-feira, dezembro 28, 2004
Vinhos e pratos de final de ano
Vinhos e pratos de final de ano
Para as famosas maioneses de Natal, a melhor combinação é um branco seco de bastante acidez, que ajuda a cortar e equilibrar a gordura. É o caso dos bons Sauvignon Blanc do Loire, Nova Zelândia e Chile, ou então dos deliciosos Rieslings alemães.
Para peixes em geral, existem muitas opções entre os brancos. Um peixe recheado com farofa, por exemplo, vai bem com um bom Chardonnay ou com o delicioso húngaro Mandolas. Em Portugal, o bacalhau tradicionalmente é combinado com tintos leves, sem muitos taninos. Uma combinação ainda melhor são os brancos encorpados, envelhecidos em madeira, como os bons Rioja brancos (experimente o Conde de Valdemar Fermentado en Barricas) ou bons Chardonnays da Borgonha e do Novo Mundo.
Para as carnes mais gordurosas do Natal, como o leitão, escolha um tinto encorpado e tânico. Já as carnes mais delicadas, como o peru e o tender, pedem tintos de médio corpo e até podem ser acompanhadas por brancos bem encorpados. O pernil pede um tinto um pouco mais encorpado. O cordeiro é o grande amigo dos Bordeaux, dos californianos e australianos mais encorpados, assim como dos bons espanhóis.
A questão fica mais complicada quando se mistura salgados e doces, como é o caso das carnes com frutas encontradas no Natal. O sabor doce das frutas pode se chocar com o vinho. É melhor escolher um tinto de corpo médio, talvez um Pinot Noir. A lentilha pede um tinto de bom corpo, talvez chileno, argentino ou sul-africano. As frutas secas, como castanhas e nozes, acompanham bem um bom vinho de sobremesa, como o toscano Vinsanto ou mesmo um bom Porto. Já o panettone pede um espumante mais delicado e levemente adocicado, como o Moscatto d'Asti. Os doces mais fortes, como a rabanada, vão bem com ótimos vinhos de sobremesa, que, aliás, têm tudo a ver com o Natal !
Fonte : Mistral
Para as famosas maioneses de Natal, a melhor combinação é um branco seco de bastante acidez, que ajuda a cortar e equilibrar a gordura. É o caso dos bons Sauvignon Blanc do Loire, Nova Zelândia e Chile, ou então dos deliciosos Rieslings alemães.
Para peixes em geral, existem muitas opções entre os brancos. Um peixe recheado com farofa, por exemplo, vai bem com um bom Chardonnay ou com o delicioso húngaro Mandolas. Em Portugal, o bacalhau tradicionalmente é combinado com tintos leves, sem muitos taninos. Uma combinação ainda melhor são os brancos encorpados, envelhecidos em madeira, como os bons Rioja brancos (experimente o Conde de Valdemar Fermentado en Barricas) ou bons Chardonnays da Borgonha e do Novo Mundo.
Para as carnes mais gordurosas do Natal, como o leitão, escolha um tinto encorpado e tânico. Já as carnes mais delicadas, como o peru e o tender, pedem tintos de médio corpo e até podem ser acompanhadas por brancos bem encorpados. O pernil pede um tinto um pouco mais encorpado. O cordeiro é o grande amigo dos Bordeaux, dos californianos e australianos mais encorpados, assim como dos bons espanhóis.
A questão fica mais complicada quando se mistura salgados e doces, como é o caso das carnes com frutas encontradas no Natal. O sabor doce das frutas pode se chocar com o vinho. É melhor escolher um tinto de corpo médio, talvez um Pinot Noir. A lentilha pede um tinto de bom corpo, talvez chileno, argentino ou sul-africano. As frutas secas, como castanhas e nozes, acompanham bem um bom vinho de sobremesa, como o toscano Vinsanto ou mesmo um bom Porto. Já o panettone pede um espumante mais delicado e levemente adocicado, como o Moscatto d'Asti. Os doces mais fortes, como a rabanada, vão bem com ótimos vinhos de sobremesa, que, aliás, têm tudo a ver com o Natal !
Fonte : Mistral
sábado, dezembro 11, 2004
Espumantes . . . boa opção ao Champagne
O enólogo e consultor da importadora Casa Nunes Martins,Yani Stratigos, tem o prazer de sugerir ótimas opções em termos de espumantes franceses para as Festas que se aproximam. Segundo Yani, com o preço proibitivo do Champagne, o consumidor tem a seu favor ótimas e econômicas opções em termos de espumantes franceses. Sem perder a classe e o charme da França, porém com preços bem inferiores. A opção recai sobre esses borbulhantes produtos: Cremant e Blanquette de Limoux.
As sugestões de Yani são os excelentes espumantes da Aimery - Sieur D´Arques. São produtos refinados, com bonita e atraente apresentação; boa companhia para os eventos de final de ano. Os produtos estão disponíveis em três versões:
Cremant de Limoux-Chardonnay - Brut: Cor amarelo pálido, bolhas finas e persistentes, desprendimento regular. Aroma de frutas com sementes (maçã, pêra) e flores brancas (espinheiro, jasmim). Sabor vivo, fresco, espuma agradável, espalhando-se de maneira ideal. (Preço médio p/ consumidor R$ 48,22 garrafa 750 ml)
Blanquette Methode Ancestrale - Doce: Cor amarelo dourado, bolhas finas e regulares. Aroma potente, muito frutado, aromas de maçãs e de hortelã. Sabor harmonioso, untuoso. (Preço médio p/ consumidor R$ 58,64 garrafa 750 ml)
Blanquette de Limoux Cuvee Imperiale - Brut: Blanquette de Limoux é constituído praticamente com uvas Mauzac. Possui um bouquet rico e frutado (maçã e mel). (Preço médio p/ consumidor R$ 43,30 garrafa 750 ml)
A importadora possui um serviço especializado de atendimento ao consumidor, esclarecendo dúvidas ou sugerindo produtos adequados a necessidade do cliente.
Para maiores informações:
São Paulo: Tel. (11) 5093-2290 e 5049-0240
casanunesmartinssp@terra.com.br
As sugestões de Yani são os excelentes espumantes da Aimery - Sieur D´Arques. São produtos refinados, com bonita e atraente apresentação; boa companhia para os eventos de final de ano. Os produtos estão disponíveis em três versões:
Cremant de Limoux-Chardonnay - Brut: Cor amarelo pálido, bolhas finas e persistentes, desprendimento regular. Aroma de frutas com sementes (maçã, pêra) e flores brancas (espinheiro, jasmim). Sabor vivo, fresco, espuma agradável, espalhando-se de maneira ideal. (Preço médio p/ consumidor R$ 48,22 garrafa 750 ml)
Blanquette Methode Ancestrale - Doce: Cor amarelo dourado, bolhas finas e regulares. Aroma potente, muito frutado, aromas de maçãs e de hortelã. Sabor harmonioso, untuoso. (Preço médio p/ consumidor R$ 58,64 garrafa 750 ml)
Blanquette de Limoux Cuvee Imperiale - Brut: Blanquette de Limoux é constituído praticamente com uvas Mauzac. Possui um bouquet rico e frutado (maçã e mel). (Preço médio p/ consumidor R$ 43,30 garrafa 750 ml)
A importadora possui um serviço especializado de atendimento ao consumidor, esclarecendo dúvidas ou sugerindo produtos adequados a necessidade do cliente.
Para maiores informações:
São Paulo: Tel. (11) 5093-2290 e 5049-0240
casanunesmartinssp@terra.com.br
quinta-feira, dezembro 02, 2004
Jantar de Fim de Ano - ABS
O chef Cristophe Besse criou especialmente para o tradicional jantar de fim de ano da ABS-SP um menu degustação de 5 pratos mais sobremesa onde a sua marcante criatividade de combinar ingredientes criando novos sabores provocará os sentidos dos presentes. A sugestão está a seguir:
Menu
Couvert na Mesa
Carpaccio de Pupunha, alcachofras Marinadas, Tartare de Tomate e Mesclum
***
Musseline Quente de Petit Pois, Bisque de Camarão em Taça
***
“Compresse” de Pescada, “Duxelle” de Champignons e Abobrinha
***
Lombo de Javali Assado com Maracujá e Gengibre, Trouxinha de Repolho Frisé e Maçãs
***
Salada de Aipo Rabano, Rúcula e Machê ao Vinagrette de Champagne St Maure
***
Panaché All Seasons
Obs: Sugerimos a cada participante trazer suas taças.
Para este evento a taxa rolha será isenta.
Não estão incluídos os vinhos que deverão ser levados pelos sócios. Não será cobrada rolha para esse evento. Sugerimos também que levem seus copos pois pela diversidade e quantidade de vinhos que serão servidos vai ficar difícil dimensionar a necessidade de copos em cada mesa.
Local: Restaurante All Seasons
Data: 11 de Dezembro de 2004
Horário: 20:00
Preço Sócio: R$ 140,00
Preço Não Sócio: R$ 200,00
Incluído:
(água, refrigerante e suco de fruta)
Menu
Couvert na Mesa
Carpaccio de Pupunha, alcachofras Marinadas, Tartare de Tomate e Mesclum
***
Musseline Quente de Petit Pois, Bisque de Camarão em Taça
***
“Compresse” de Pescada, “Duxelle” de Champignons e Abobrinha
***
Lombo de Javali Assado com Maracujá e Gengibre, Trouxinha de Repolho Frisé e Maçãs
***
Salada de Aipo Rabano, Rúcula e Machê ao Vinagrette de Champagne St Maure
***
Panaché All Seasons
Obs: Sugerimos a cada participante trazer suas taças.
Para este evento a taxa rolha será isenta.
Não estão incluídos os vinhos que deverão ser levados pelos sócios. Não será cobrada rolha para esse evento. Sugerimos também que levem seus copos pois pela diversidade e quantidade de vinhos que serão servidos vai ficar difícil dimensionar a necessidade de copos em cada mesa.
Local: Restaurante All Seasons
Data: 11 de Dezembro de 2004
Horário: 20:00
Preço Sócio: R$ 140,00
Preço Não Sócio: R$ 200,00
Incluído:
(água, refrigerante e suco de fruta)
quarta-feira, dezembro 01, 2004
A Grand Cru está inaugurando um novo espaço - Degustações
A Grand Cru está inaugurando um novo espaço em sua loja, com vários dias de degustações e eventos.
Ele estão convidando para degustar os vinhos de diferentes vinícolas apresentados por seus próprios produtores.
Veja abaixo a programação :
17h30 a 19h30 - Rua Bela Cintra, 1799
01/12 Bodega Humberto Canale
02/12 Bodega Viña Cobos
03/12 Bodega Doña Paula
07/12 Bodega Monte Viejo e Clos de Los Siete
08/12 Bodega O. Fournier
09/12 Bodega Cinco Tierras
10/12 Bodega Domingo Molina
Ele estão convidando para degustar os vinhos de diferentes vinícolas apresentados por seus próprios produtores.
Veja abaixo a programação :
17h30 a 19h30 - Rua Bela Cintra, 1799
01/12 Bodega Humberto Canale
02/12 Bodega Viña Cobos
03/12 Bodega Doña Paula
07/12 Bodega Monte Viejo e Clos de Los Siete
08/12 Bodega O. Fournier
09/12 Bodega Cinco Tierras
10/12 Bodega Domingo Molina
sábado, novembro 20, 2004
Pinotage e outras uvas da África do Sul, segundo John Platter
A variedade pinotage é um cruzamento da pinot noir, que é uma uva muito complexa, com a cinsault (ou hermitage, como é conhecida na África do Sul), que é uma uva muito simples. Foi criada entre1925 e 1926 e foi ignorada por muitos anos. Só começou a aparecer mais seriamente no início dos anos 60. Mas somente nos últimos 25 anos nós começamos a trabalhar com mais cuidado com esta cepa.
É uma uva muito controversa. Você tem tanto produtores que detestam esta variedade como, na mesma proporção, aqueles que são apaixonados pela pinotage, pois é uma questão de orgulho nacional. Há uma série de argumentos. Tem uma fruta muita saudável, bonita, limpa, dá boa cor, mas se não for trabalhada apropriadamente gera uvas de má qualidade, com uma certa rusticidade. Alguns produtores, entretanto, trabalham bem com ela: com rendimento pequeno, seleção rigorosa das uvas e envelhecimento em carvalho e usam a pinotage na composição de vinhos, em assemblages chamadas Cape Blend
No momento a shiraz tem se mostrado como uma das uvas mais importantes da África do Sul. Nós fazemos brilhantes exemplares de shiraz - a razão é que temos um clima muito similar (ensolarado, quente) ao Vale do Rhone, na França, onde a fruta se dá melhor. Também fazemos muito bons pinot noir de baixa produção, cabernet sauvignon, nebiollo, sauvignon blanc e chardonnay. E ainda estamos obtendo bons resultados como as uvas carignan, tempranillo, viognier e mourvedre.
John Plater
Ex-correspondente de guerra - fez coberturas de diversos conflitos em Angola, Moçambique e Zimbabwe -, o jornalista John Platter mudou de trincheira há 25 anos e se transformou no crítico de vinhos mais influente da África do Sul. Seu guia, lançado em 1980, o John Platter's South African Wine (http://www.platteronline.com/), é uma referência no mercado, e sua edição de 2004 e vendeu mais de 1 milhão de exemplares.
Nascido na Hungria em 1943, Platter passou a infância na Itália e foi para a África em 1950 com a família. Atualmente vive em Johanesburgo onde além de escrever sobre vinhos tem uma pequena produção para consumo próprio onde aprendeu os segredos da bebida: "É mais fácil ser crítico do que produzir vinho".
Fonte : Portal Veja
É uma uva muito controversa. Você tem tanto produtores que detestam esta variedade como, na mesma proporção, aqueles que são apaixonados pela pinotage, pois é uma questão de orgulho nacional. Há uma série de argumentos. Tem uma fruta muita saudável, bonita, limpa, dá boa cor, mas se não for trabalhada apropriadamente gera uvas de má qualidade, com uma certa rusticidade. Alguns produtores, entretanto, trabalham bem com ela: com rendimento pequeno, seleção rigorosa das uvas e envelhecimento em carvalho e usam a pinotage na composição de vinhos, em assemblages chamadas Cape Blend
No momento a shiraz tem se mostrado como uma das uvas mais importantes da África do Sul. Nós fazemos brilhantes exemplares de shiraz - a razão é que temos um clima muito similar (ensolarado, quente) ao Vale do Rhone, na França, onde a fruta se dá melhor. Também fazemos muito bons pinot noir de baixa produção, cabernet sauvignon, nebiollo, sauvignon blanc e chardonnay. E ainda estamos obtendo bons resultados como as uvas carignan, tempranillo, viognier e mourvedre.
John Plater
Ex-correspondente de guerra - fez coberturas de diversos conflitos em Angola, Moçambique e Zimbabwe -, o jornalista John Platter mudou de trincheira há 25 anos e se transformou no crítico de vinhos mais influente da África do Sul. Seu guia, lançado em 1980, o John Platter's South African Wine (http://www.platteronline.com/), é uma referência no mercado, e sua edição de 2004 e vendeu mais de 1 milhão de exemplares.
Nascido na Hungria em 1943, Platter passou a infância na Itália e foi para a África em 1950 com a família. Atualmente vive em Johanesburgo onde além de escrever sobre vinhos tem uma pequena produção para consumo próprio onde aprendeu os segredos da bebida: "É mais fácil ser crítico do que produzir vinho".
Fonte : Portal Veja
segunda-feira, novembro 15, 2004
Wine "According to Jim" . . .
Wine Talk: Jim Belushi
The According to Jim star recalls his favorite wine "trip"
By Nick Fauchald
Since his days with Chicago's Second City improv troupe and Saturday Night Live, Jim Belushi has branched out from comedy into acting and music. He stars with Damon and Marlon Wayans in the upcoming film Behind the Smile, and he currently has his own ABC sitcom, According to Jim, now in its fourth season. On TV, the Illinois-born actor stars as a Midwestern family man who plays the blues with a garage band. And when he's not in front of the camera, Belushi is entertaining crowds with his real-life band, The Sacred Hearts, or back-flipping with buddy Dan Aykroyd as the Blues Brothers.
Belushi credits much of his fine wine education to his wife, Jennifer, and her winemaking family. Wine Spectator caught up with him as he geared up to perform with his crew this coming weekend at the Grand Award banquet at this year's California Wine Experience in Chicago.
Wine Spectator: How did you become interested in wine?
Jim Belushi: I'm very fortunate because my stepfather-in-law is Robert Sinskey [of Napa Valley's Sinskey Vineyards]. I drink a lot of his wines, and he has quite a wine collection. He brought out some 1985 Château Margaux for our wedding, for all of the guests. That's a lot of Margaux. At his 80th birthday party this year, he broke out a lot of great wine: Margaux, Mouton, Pétrus, some very old Heitz. It was unbelievable.
Many of my experiences tasting wine are also because of James Orr, the writer/director of a movie I did called Mr. Destiny. He picked all of the wine at my first wedding.
WS: It sounds like you have expensive tastes, then.
JB: I can't drink a ton of wine, because I get gout. I don't really care for overly fruity wines. I like more delicate wines. The other day we had a bottle of Newton unfiltered Cabernet. It was really good.
WS: Do you keep a collection at home?
JB: I have a little collection--a lot of Opus One, which is one of my favorites, some Lafite I've been saving for years, and quite a bit of Sinskey Pinot Noir, of course.
WS: Do you spend a lot of time in wine country?
JB: I go to Robert's winery about two or three times a year. Napa is the most beautiful part of California. I've spent a lot of time in the vineyards, learning about making organic wine. This year I was there in the middle of harvest and we tasted the different grapes--and my Lord, each grape tasted like a bottle of wine. ... There were Pinot vineyards where they really stressed the vines like they do in France, and that makes such a difference.
WS: Any favorite wine-drinking memories?
JB: One time, around 1990, I went to the Cannes Film Festival. We went up to the La Colombe d'Or Hotel in St.-Paul-de-Vence, which has an extensive wine and art collection. It's where guys like Picasso used to stay, and to pay their fee for staying in the hotel, they'd leave a painting with the owner. So I told our waiter to bring us a really nice bottle of wine. He brought me a bottle, and I tasted it and I said, "I don't like it." He looked at me like, "You dumb American pig." I said, "Look, all I know is that I don't like it." He went downstairs and came back with a bottle of 1983 Château Moulin-St.-Georges [a Bordeaux from St.-Emilion]. Amazing. I thought I was doing mescaline. It had been so many years since I had done mescaline, but I think he was so pissed off at me he wanted to make sure he sent me on a trip.
Fonte : Wine Spectator
The According to Jim star recalls his favorite wine "trip"
By Nick Fauchald
Since his days with Chicago's Second City improv troupe and Saturday Night Live, Jim Belushi has branched out from comedy into acting and music. He stars with Damon and Marlon Wayans in the upcoming film Behind the Smile, and he currently has his own ABC sitcom, According to Jim, now in its fourth season. On TV, the Illinois-born actor stars as a Midwestern family man who plays the blues with a garage band. And when he's not in front of the camera, Belushi is entertaining crowds with his real-life band, The Sacred Hearts, or back-flipping with buddy Dan Aykroyd as the Blues Brothers.
Belushi credits much of his fine wine education to his wife, Jennifer, and her winemaking family. Wine Spectator caught up with him as he geared up to perform with his crew this coming weekend at the Grand Award banquet at this year's California Wine Experience in Chicago.
Wine Spectator: How did you become interested in wine?
Jim Belushi: I'm very fortunate because my stepfather-in-law is Robert Sinskey [of Napa Valley's Sinskey Vineyards]. I drink a lot of his wines, and he has quite a wine collection. He brought out some 1985 Château Margaux for our wedding, for all of the guests. That's a lot of Margaux. At his 80th birthday party this year, he broke out a lot of great wine: Margaux, Mouton, Pétrus, some very old Heitz. It was unbelievable.
Many of my experiences tasting wine are also because of James Orr, the writer/director of a movie I did called Mr. Destiny. He picked all of the wine at my first wedding.
WS: It sounds like you have expensive tastes, then.
JB: I can't drink a ton of wine, because I get gout. I don't really care for overly fruity wines. I like more delicate wines. The other day we had a bottle of Newton unfiltered Cabernet. It was really good.
WS: Do you keep a collection at home?
JB: I have a little collection--a lot of Opus One, which is one of my favorites, some Lafite I've been saving for years, and quite a bit of Sinskey Pinot Noir, of course.
WS: Do you spend a lot of time in wine country?
JB: I go to Robert's winery about two or three times a year. Napa is the most beautiful part of California. I've spent a lot of time in the vineyards, learning about making organic wine. This year I was there in the middle of harvest and we tasted the different grapes--and my Lord, each grape tasted like a bottle of wine. ... There were Pinot vineyards where they really stressed the vines like they do in France, and that makes such a difference.
WS: Any favorite wine-drinking memories?
JB: One time, around 1990, I went to the Cannes Film Festival. We went up to the La Colombe d'Or Hotel in St.-Paul-de-Vence, which has an extensive wine and art collection. It's where guys like Picasso used to stay, and to pay their fee for staying in the hotel, they'd leave a painting with the owner. So I told our waiter to bring us a really nice bottle of wine. He brought me a bottle, and I tasted it and I said, "I don't like it." He looked at me like, "You dumb American pig." I said, "Look, all I know is that I don't like it." He went downstairs and came back with a bottle of 1983 Château Moulin-St.-Georges [a Bordeaux from St.-Emilion]. Amazing. I thought I was doing mescaline. It had been so many years since I had done mescaline, but I think he was so pissed off at me he wanted to make sure he sent me on a trip.
Fonte : Wine Spectator
terça-feira, novembro 02, 2004
Bons vinhos - Bons descontos ...
Vejam a reportagem da Revista Época ...
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT832765-1664,00.html
http://revistaepoca.globo.com/Epoca/0,6993,EPT832765-1664,00.html
sexta-feira, outubro 08, 2004
Pensamento do dia do mundo do vinho & Bom Feriado !
"Nas vitórias é merecido, nas derrotas é necessário." (acerca do Champagne)
Napoleão Bonaparte
Napoleão Bonaparte
quinta-feira, outubro 07, 2004
Turismo de vinhos
As vinícolas de Mendoza, na Argentina, são o principal atrativo de dois roteiros turísticos que entrarão em cartaz em outubro. Ambos oferecem degustações e visitas guiadas por especialistas em vinho, que vão explicar o processo de elaboração da bebida. O programa da Nob Hill, em parceria com a Grand Cru, oferece visitas a seis bodegas prestigiadas, entre elas Domínio Del Plata, de Susana Balbo, e Viña Cobos, do célebre Paul Hobbs. Um tour de bicicleta com paradas nas vinícolas é a proposta da AuroraEco Viagens. No roteiro, encontra-se também a bodega Catena Zapata. A rota segue de Mendoza até San Rafael, num percurso de 174,5 quilômetros, e dura sete dias.
NOB HILL
Tel. (11) 3168-2444
www.nobhill.com.br
AURORAECO VIAGENS
Tel. (11) 3086-1731
www.auroraeco.com.br/travessia
NOB HILL
Tel. (11) 3168-2444
www.nobhill.com.br
AURORAECO VIAGENS
Tel. (11) 3086-1731
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quarta-feira, outubro 06, 2004
Indicação de livro . . . + 1
O Básico Sobre o Vinho
Uma nova publicação reforça a bibliografia, em português, sobre o mundo dos vinhos. Lançada pela editora Senac São Paulo (tel. 11/3284-4322) ,Vinhos, o Essencial, escrito pelo engenheiro e enófilo José Ivan dos Santos, discorre sobre a evolução da bebida, as principais uvas, os climas e solos adequados, as técnicas de vinificação e também sobre o serviço do vinho. Nos dois terços finais do livro, o autor apresenta dez importantes países produtores e as características de seus vinhos. Sem aprofundar muito nos temas, o livro mostra o essencial para quem quer entrar nesse universo.
Um bom livro para quem está começando nesse maravilhoso mundo do vinho !
Boa Leitura - Happy Drinking Always !
: : baCOelho : :
Uma nova publicação reforça a bibliografia, em português, sobre o mundo dos vinhos. Lançada pela editora Senac São Paulo (tel. 11/3284-4322) ,Vinhos, o Essencial, escrito pelo engenheiro e enófilo José Ivan dos Santos, discorre sobre a evolução da bebida, as principais uvas, os climas e solos adequados, as técnicas de vinificação e também sobre o serviço do vinho. Nos dois terços finais do livro, o autor apresenta dez importantes países produtores e as características de seus vinhos. Sem aprofundar muito nos temas, o livro mostra o essencial para quem quer entrar nesse universo.
Um bom livro para quem está começando nesse maravilhoso mundo do vinho !
Boa Leitura - Happy Drinking Always !
: : baCOelho : :
terça-feira, outubro 05, 2004
Bairrada em festa
Bairrada em festa
A mais antiga confraria báquica de Portugal, a Confraria dos Enófilos da Bairrada, comemorou 25 anos no mês de junho. Como o regime salazarista não admitia associações do tipo das confrarias, elas puderam se formalizar apenas depois de 1975. A Bairrada foi pioneira. Teve por ideólogo o célebre senhor Luis Costa (Caves S. João), ainda um dos grandes ativistas dos vinhos bairradinos. Hoje, a confraria é presidida por Luis Pato. Além das provas e celebrações báquicas, o jubileu foi marcado por um seminário, com palestras e debates acerca do vinho. Três especialistas estrangeiros foram convidados: Charles Metcalfe, da publicação inglesa Wine; o americano Joshua Greene, da revista Wine & Spirits; além do autor deste texto e colaborador de Gula.
Os grandes tintos e brancos da Bairrada lideraram o renascimento do vinho português, na década de 1980. Nos anos 1990, exceto alguns produtores, a região entrou numa espécie de dormência, eclipsada, sobretudo pelos vinhos alentejanos. Contudo, graças a investimentos e melhorias das mentalidades, ressurge agora com grande vigor. Será fonte cada vez maior de vinhos inspiradores nos próximos anos. Pelas amostras provadas e pelo otimismo geral, a safra 2003 será exuberante, certamente um marco no ressurgimento dessa grande região.
Fonte :
Texto: Guilherme Rodrigues
Revista Gula - Setembro / 2004
A mais antiga confraria báquica de Portugal, a Confraria dos Enófilos da Bairrada, comemorou 25 anos no mês de junho. Como o regime salazarista não admitia associações do tipo das confrarias, elas puderam se formalizar apenas depois de 1975. A Bairrada foi pioneira. Teve por ideólogo o célebre senhor Luis Costa (Caves S. João), ainda um dos grandes ativistas dos vinhos bairradinos. Hoje, a confraria é presidida por Luis Pato. Além das provas e celebrações báquicas, o jubileu foi marcado por um seminário, com palestras e debates acerca do vinho. Três especialistas estrangeiros foram convidados: Charles Metcalfe, da publicação inglesa Wine; o americano Joshua Greene, da revista Wine & Spirits; além do autor deste texto e colaborador de Gula.
Os grandes tintos e brancos da Bairrada lideraram o renascimento do vinho português, na década de 1980. Nos anos 1990, exceto alguns produtores, a região entrou numa espécie de dormência, eclipsada, sobretudo pelos vinhos alentejanos. Contudo, graças a investimentos e melhorias das mentalidades, ressurge agora com grande vigor. Será fonte cada vez maior de vinhos inspiradores nos próximos anos. Pelas amostras provadas e pelo otimismo geral, a safra 2003 será exuberante, certamente um marco no ressurgimento dessa grande região.
Fonte :
Texto: Guilherme Rodrigues
Revista Gula - Setembro / 2004
segunda-feira, outubro 04, 2004
Indicação de livro . . .
VINHO - SAÚDE E LONGEVIDADE
ANTONIO CARLOS DO NASCIMENTO
GGRAPHIL PRODUÇÕES GRÁFICA E EDITORA
O médico endocrinologista paulista Antonio Carlos do Nascimento assina este pequeno livro dotado de importantes considerações sobre o vinho. À sua paixão pela medicina, soma-se o amor pela bebida, que o autor aborda segundo seus efeitos benéficos à saúde, desde que consumido com moderação.
ANTONIO CARLOS DO NASCIMENTO
GGRAPHIL PRODUÇÕES GRÁFICA E EDITORA
O médico endocrinologista paulista Antonio Carlos do Nascimento assina este pequeno livro dotado de importantes considerações sobre o vinho. À sua paixão pela medicina, soma-se o amor pela bebida, que o autor aborda segundo seus efeitos benéficos à saúde, desde que consumido com moderação.
sexta-feira, outubro 01, 2004
Gaja na Mistral
A partir do mês de setembro, os vinhos do italiano Angelo Gaja passam a ser distribuídos no Brasil com exclusividade pela importadora Mistral. À ampla oferta de tintos e brancos piemonteses da empresa somam-se os rótulos de Gaja elaborados na Toscana, entre os quais se destacam o Magari e o Promis. Prestigiado no mundo todo, Gaja mudou a história vinícola da Itália com seus Barolo e Barbaresco de qualidade. É um dos produtores italianos mais premiados.
Fonte : Revista Gula
Fonte : Revista Gula
quinta-feira, setembro 30, 2004
Vai começar a colheita . . .
REIMS, FRANÇA
Este ano, a colheita, ou vendange , vai acontecer um pouco mais tarde do que o habitual na região francesa de Champagne. Só agora abriu o sol esperado para amadurecer os milhões de cachos de uvas espalhados pelos milhares de hectares das pequenas, médias e grandes propriedades. A previsão é que a partir do dia 28 comecem os trabalhos. Esta é a melhor época do ano para se visitar os vinhedos e as caves. É quando as cidades borbulham de gente. Os amantes do champanhe fazem questão de aproveitar cada etapa da produção e percorrer as seis rotas que se estendem ao longo dos 600km onde as uvas chardonnay, pinot meunier e pinot noir são plantadas, colhidas, misturadas e transformadas em uma das bebidas mais apreciadas do mundo.
Trabalhadores e estudantes de todas as partes da França chegam para colher as uvas e acrescentar ao currículo a experiência de ter se juntado a casas com tradição de gerações na arte de fabricar champanhe. Nesta época do ano, os telefones dos pequenos e médios produtores independentes não param de tocar. É gente de todos os lugares se candidatando a vendangeur de temporada. Na Moët & Chandon, maior produtora da região, os pouco mais de mil trabalhadores se transformam em 2.500.
Este é o único lugar do mundo — e o perímetro é muito bem definido por lei — onde a mistura das uvas chardonnay, pinot meunier e pinot noir pode ser chamada de champanhe. Fora dali, o que há são espumantes e moussy, entre outros nomes dados aos vinhos borbulhantes.
O programa é seguir à risca a chamada Rota Turística da Champagne e conhecer cada uma das cidades e vilas de onde sai o legítimo champanhe francês. As placas indicam em cada um dos vilarejos as dezenas de famílias que produzem, em alguns casos há séculos, os milhões de litros da bebida que sai da França para os quatro cantos do mundo.
Nos dias de hoje, nada chega a ser muito barato em euros quando se ganha em reais. Mas em uma viagem como esta, é perfeitamente viável passar os dias fazendo passeios regados ao melhor champanhe sem gastar tanto. As garrafas compradas dos pequenos produtores podem sair pela metade do preço das de grandes nomes. Estes últimos, mesmo comprados diretamente dos produtores, não variam muito de preço em comparação com os supermercados e free shops.
Uma segunda razão é o fato de se poder degustar os mais badalados champanhes da região, feitos a partir das melhores safras de uva (os chamados milésimes), sem precisar pagar uma fortuna pelas garrafas. Os preços das taças para degustação variam de 2 a 7,50 euros, estes últimos para o que há de melhor nas casas mais tradicionais.
Fonte: O Globo on line
Este ano, a colheita, ou vendange , vai acontecer um pouco mais tarde do que o habitual na região francesa de Champagne. Só agora abriu o sol esperado para amadurecer os milhões de cachos de uvas espalhados pelos milhares de hectares das pequenas, médias e grandes propriedades. A previsão é que a partir do dia 28 comecem os trabalhos. Esta é a melhor época do ano para se visitar os vinhedos e as caves. É quando as cidades borbulham de gente. Os amantes do champanhe fazem questão de aproveitar cada etapa da produção e percorrer as seis rotas que se estendem ao longo dos 600km onde as uvas chardonnay, pinot meunier e pinot noir são plantadas, colhidas, misturadas e transformadas em uma das bebidas mais apreciadas do mundo.
Trabalhadores e estudantes de todas as partes da França chegam para colher as uvas e acrescentar ao currículo a experiência de ter se juntado a casas com tradição de gerações na arte de fabricar champanhe. Nesta época do ano, os telefones dos pequenos e médios produtores independentes não param de tocar. É gente de todos os lugares se candidatando a vendangeur de temporada. Na Moët & Chandon, maior produtora da região, os pouco mais de mil trabalhadores se transformam em 2.500.
Este é o único lugar do mundo — e o perímetro é muito bem definido por lei — onde a mistura das uvas chardonnay, pinot meunier e pinot noir pode ser chamada de champanhe. Fora dali, o que há são espumantes e moussy, entre outros nomes dados aos vinhos borbulhantes.
O programa é seguir à risca a chamada Rota Turística da Champagne e conhecer cada uma das cidades e vilas de onde sai o legítimo champanhe francês. As placas indicam em cada um dos vilarejos as dezenas de famílias que produzem, em alguns casos há séculos, os milhões de litros da bebida que sai da França para os quatro cantos do mundo.
Nos dias de hoje, nada chega a ser muito barato em euros quando se ganha em reais. Mas em uma viagem como esta, é perfeitamente viável passar os dias fazendo passeios regados ao melhor champanhe sem gastar tanto. As garrafas compradas dos pequenos produtores podem sair pela metade do preço das de grandes nomes. Estes últimos, mesmo comprados diretamente dos produtores, não variam muito de preço em comparação com os supermercados e free shops.
Uma segunda razão é o fato de se poder degustar os mais badalados champanhes da região, feitos a partir das melhores safras de uva (os chamados milésimes), sem precisar pagar uma fortuna pelas garrafas. Os preços das taças para degustação variam de 2 a 7,50 euros, estes últimos para o que há de melhor nas casas mais tradicionais.
Fonte: O Globo on line
quarta-feira, setembro 29, 2004
Pensamento do dia do mundo do vinho !
"No vinho estão a verdade, a vida e a morte. No vinho estão a aurora e o crepúsculo, a juventude e a transitoriedade. No vinho está o movimento pendular do tempo. No vinho espelha-se a vida."
Roland Betsch
Roland Betsch
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